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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

 

Teófilo Benedito Ottoni (1807-1869) foi um destacado jornalista, comerciante, político e empresário mineiro.

Filho de Jorge Benedito Otoni e de D. Rosália Benedita Otoni. Sua família paterna é originária da Itália. Nasceu na cidade do Serro, antiga Vila do Príncipe e foi deputado provincial por Minas Gerais, deputado geral e senador do Império do Brasil de 1864 a 1869.

À época do Primeiro Reinado escreveu regularmente no periódico oposicionista "A Sentinela do Serro", de que foi o principal redator.

Foi um dos principais líderes da Revolução de 1842 em Minas Gerais. Foi vencido por Luís Alves de Lima e Silva, então barão de Caxias, na batalha de Santa Luzia. Preso e processado, foi julgado e absolvido por unanimidade em Mariana, sendo depois beneficiado pela anistia geral decretada pelo imperador Dom Pedro II.

Teófilo Ottoni então se tornou um militante republicano. Foi o criador do costume de acenar para o povo com um lenço branco, tornando isso um gesto simbólico do liberalismo brasileiro.

Entre 1850 e 1860 esteve afastado da política e fundou uma empresa de comércio e colonização no interior de Minas, a "Companhia de Comércio e Navegação do Rio Mucuri", que tinha como objetivo promover o desenvolvimento e colonização do Vale do Rio Mucuri. Assim, incentivou a instalação de imigrantes europeus, particularmente alemães, no Vale do Mucuri.

Através de sua Companhia, liderou expedições pelo nordeste mineiro buscando uma saída das Minas para o mar, a fim de facilitar o escoamento da produção agrícola da região. Uma expedição partiu de Porto de São José (hoje Mucuri - BA) e outra de Serro. No local onde as duas expedições se encontraram, Teófilo Otoni fundou a colônia, Filadélfia, que originaria o município de Teófilo Otoni, localizado a 470 quilômetros de Belo Horizonte.

As expedições foram dificultadas por tribos indígenas que habitavam a região do Vale do Mucuri, sendo muitas delas conhecidas na época como botocudos. Teófilo Otoni iniciou um processo de pacificação, colonização e civilização dos indígenas, procurando negociar a ocupação das terras pelos colonos da Companhia e, ao mesmo tempo, o respeito a áreas reservadas aos indígenas.

 






 

Fonte: https://www.facebook.com/100064206662259/posts/1296113235872220/?rdid=1Rwl5rLg39GLB9zR

domingo, 15 de fevereiro de 2026

 

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CASTRO: DAS FORTALEZAS GALEGAS AO SERTÃO PARAIBANO

 

Os Castros erguem-se nas terras galego-portuguesas, do latim "castrum" (castelo), sentinelas da Reconquista com Afonso Henriques e D. Dinis – atestam cavaleiros hidalgos em Trás-os-Montes e Minho, laços com a Ordem de Cristo e brasões de torres prateadas, leões rampantes e asas de águia, ecos cabalísticos de Geburah defendendo a Árvore da Vida ibérica contra sombras inquisitoriais. Escava cristãos-novos de Bragança, como Jacob de Castro Sarmento (1690-1762), médico sefardita que fugiu para Londres, unindo Castro a Sarmento e Jácome em linhagens nobres. Núpcias dos séculos XVI-XVII: Castro de Alijó casa com Sarmento de Vasconcelos, escudos com castelos, quinas e flores-de-lis, gerando sesmeiros no além-mar. Cruzam o Atlântico em caravelas, forjando coronéis no pau a pique paraibano, alianças com Abrantes, Vieira, Oliveira e Alves no solo de Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará – Castros em todo canto do Nordeste, do Tejo ao sertão!

E aí, Castro na tua árvore – torre galega ou fio brabo do Sertão?

 

 

Fonte: https://www.facebook.com/reel/1969451273618813